segunda-feira, dezembro 15, 2014

O código dos transportes públicos (ou dos assuntos que realmente me apoquentam quando estou com sono)

Eu sou tão fofa e tão querida (ironia) que eu vou vou ensinar a andar metro e também nos restantes transportes públicos.
São muitos anos, muitas viagens de metros, muitas greves e coiso e tal.
Primeiro e mais importante: as pessoas saiem dos transportes públicos, só depois é que entram. Isto serve para qualquer meio de transporte. Imaginem um sítio apertado, não podem querem colocar lá mais nada, se está apertado. Correcto? Então parem de empurrar as pessoas no metro! Respeitem! Mais e não menos importante... O facto de não estares sentado no lugar prioritário não significa que não dês o lugar. Eu sei, eu entendo. A mim lá pá meio da semana também me dói o corpinho, tenho sono e falta de cafeína. Exacto. Mas bom senso. Por outro lado, não sejam arrogantes e tenham humildade a pedir o lugar.
Greves senhores, greves. Esse mal que atormenta a alma de qualquer lisboeta trabalhador. Conselho mais importante: calcem os vossos melhores tennis e usem nos. É a melhor opção! Ou vão dormir par os vossos trabalhos, também é outra opção. E depois como chegam a casa? Também não sei a resposta a essa pergunta. Façam assim acreditem que vão chegar a casa, depois logo se vê. Ou façam como uma maluca que eu conheço (quem será...) que já foi a pé do Campo Grande a Entrecampos e apanhou o comboio. Para cá façam o contrário. Mas lanchem bem. Aconselho algo que sustente. E uma garrafa de água. Também não fica mal. E os tennis. Saiam do trabalho e tennis. E as bichas? Aí desculpem é filas que se diz para os autocarros e por aí fora... Elas existem por um motivo. Não é porque há um bando de idiotas que se decidem em por em filinha pirilalau (saudades de ouvir isto no meu tempo de caloira...).

3 comentários:

  1. Eu acrescento: nos transportes públicos TIREM AS MOCHILAS DAS COSTAS (o mesmo para senhoras com malões), é que além de ocuparem espaço, incomodam os restantes passageiros, capiche? Ah, e os jovens armados em gangsters, se têm dinheiro para um I-Phone e um I-Pad e ténis de marca, também têm dinheiro para uns auscultadores e assim poupam os restantes passageiros à música de treta que geralmente ouvem.

    Já agora, uma maluca que eu conheço (quem será??? LOL) já foi a pé do Rossio ao Saldanha em dia de chuva. Mas só foi maluca uma vez, que os chefes não merecem nem agradecem!

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  2. eu estou com uma greve da tap nas mãos... entendo-te!

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  3. Adoro quando estes senhores vêm com toda a moralidade fazer estas greves de meia tigela. Um maquinista depois de fazer a formação e iniciar a sua actividade profissional, entra directamente nos quadros da empresa, tem um salário base de 800 euros, tem 33% desse salário a mais se cumprir os horários, tem 33% desse salário a mais de um subsídio qualquer de vida e ainda tem o subsídio de almoço, façam as contas e vejam quanto ganhará ao final do mês. O trabalhador comum de Lisboa, que ganha 500 euros limpos por mês ainda leva com a greve destes moralistas de meia tigela.

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escreve... vá lá... não custa nada... ;)