segunda-feira, setembro 22, 2014

Desta Noite


Esta noite sonhei convosco.
Acordei numa aflição sem explicação.
Sonhei contigo que tantos abraços me deste. Que me adoravas.
Sonhei convosco na semana em que faz anos que um de vocês faleceu.
Mas foi um sonho triste. Um sonho em que estavas morto. Um pesadelo, portanto.
E tu não me reconhecias quando morreste, não sabias quem eu era.

E esta semana faz 11 anos que perdi a minha última avó e assim fiquei sem avós.

quarta-feira, setembro 10, 2014

Do que preciso


O cansaço, a falta de horas de sono, a corrida diária. 
O que preciso? 
Paz e sossego. 
De descanso. 
De tranquilidade. 
De não ouvir nada. 
Apenas a água. 
O som da água. 
De uma música. 
Do cheiro. 
De bolos quentes acabados de fazer. 
De croissants quentes.
De limonada. 
De gelados. 
De sorrisos. 
De jantares de amigos. 
De beijos. 
De sorrisos escondidos. 
De olhares cúmplices. 
De uma manta. 
Preciso resumidamente de férias. 
E de ti.

segunda-feira, setembro 08, 2014

Das Bimby's


Mas como assim estaaaa tudooooo maluco pela Bimby? Porque a Bimby é tipo a 7.ª maravilha encontrada. 
Depois eu começo a imaginar a Bimby nova num canto do ringue  a levar pancada da Bimby TM 31, enquanto ainda esta a levar pancada  dos anti-Bimbys porque segundo dizem não recompensa o valor pago. Aviso desde já que recompensa e é bastante útil, mas eu sempre continuei a usar tachos e essas coisas. Poupa tempo, principalmente para quem trabalha.

Mas apesar disso, começo a achar que a Bimby começa a atrapalhar a cabeça destas pessoas. E eu tenho Bimby.

Textos Perdidos (#11)


Deste me como garantida, continuas me a dar.
Avisei te.
Acomodaste te.
Não queres saber.

E eu também não quero.
Já quis. Já tentei mudar. Já te ajudei. Fartei me. Não quero saber.
Quando deixaste de querer saber de mim, foi esse dia.
Eu disse te várias vezes quando eu deixar de me preocupar é que tens de te preocupar.
Hoje foi esse dia.
Já devia ter sido à mais tempo. Não foi.  É agora.

Porque já não é amizade, já não é nada.

Escrito em Maio de 2014

(Este texto já devia ter sido publicado em Maio. Já vai tarde, estava guardado nos rascunhos, mas segue hoje. É algo que já acabou e já não interessa nada.)

terça-feira, setembro 02, 2014

Das coisas que se passam


O ser descartável não é bom.
Usarem te como algo descartável não é agradável.
Usarem te como algo que não está bem e o adeus também não é bom.

Mudamos de 8 para 80.
Mudamos sem saber muito bem o porque.
Mudamos porque as pessoas não sabem enfrentar os problemas e serem felizes.

Ou talvez não queiram saber.
Ou talvez até queiram mas não saibam como pedir ajuda.
Vou continuar a acreditar que é a última. Só porque mereces e porque acredito.

E sim, continuo a ver as coisas pelo copo meio cheio, sempre.
E sim, continuo acreditar, sempre.

Mas está é a minha mania de acreditar em sonhos e finais felizes, desculpa.