sábado, agosto 23, 2014

Contigo


Não sabia que era possível ser feliz.
Não sabia que era possível ter alguém que me entenda tão bem.
Não sabia que era possível não haver palavras que o descrevessem.
Não sabia que era possível que me digam "eu conheço te tanto bem" e saber que é verdade.
Não sabia que era possível preocupar me tanto contigo.
Não sabia que era possível depender tanto da tua felicidade.
Não sabia que era possível gostar tanto de ti.
Mas é... Contigo tudo isto é possível e muito mais.
Contigo coloquei tudo numa perspectiva diferente. Contigo sai da minha zona de conforto. Contigo sou feliz.

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sexta-feira, agosto 15, 2014

Da Simplicidade


Gosto de coisas simples e bonitas. Gosto de pessoas felizes. Gosto de sorrisos. Gosto de pessoas que apesar de tudo, acreditam que podem ser felizes.

Porque na simplicidade das coisas, na simplicidade da felicidade, está um mundo. Um mundo novo com esperança, alegria e sorrisos.

quinta-feira, agosto 14, 2014

Não compliquem, o que não tem complicação!


Não compliquem o que não tem qualquer hipótese de complicação.

Se estão apaixonados, contem.
Se querem ser felizes, digam. 
Se acharam que encontraram que vos possa fazer feliz, sejam sinceros.

Eu sei que tenho a mania de ver tudo pelo lado bom (apesar de me terem tentado ensinar o contrário e ainda tentarem) pelo lado do copo meio cheio. É uma questão de opção. Posso pensar que me aconteceu isto e aquilo ou posso pensar que vou aprender com isso e melhorar. Posso optar por ouvir músicas lamechas, mas também posso ouvir músicas que me fazem sentir bem.
Se precisam de alguém para serem felizes, digam. Não pensem nos ses. Façam.

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quarta-feira, agosto 13, 2014

Não podes, mas vais tentando


Tu não podes ajudar quem não quer ser ajudado. Apenas isto.

Tão simples como isto.

Nada mais que isto.

Mas mesmo assim continuas a tentar. Já começa a ser estupidez.

Como me sinto


Vou vos explicar como me sinto. Sentada num canto em um quarto escuro. Esse quarto tem um candeeiro pequeno com alguma luz, muito pouca. Nesse quarto, há cacos espalhados, muitos. Sentimentos, mágoas, tudo espalhado pelo quarto, tudo partido. E eu continuo a chorar naquele canto. A chorar baixinho para ninguém me ouvir. Mas a realidade é que quero que tu ouças. Só não sei quem és tu. Que abras a porta. Que entres. Que vás apanhando os cacos e que me dês esperança. Que me limpes as lágrimas com a mão e me digas "vai ficar tudo bem... Estou aqui para ti, agora e para sempre". No fim começo a sorrir, das me a mão e ajudas me a levantar. E ambos acendemos as luzes. É assim que eu me sinto. É isso que eu quero.

(este texto foi escrito originalmente por mim a uns tempos atrás. Colocado, num outro blogue meio às escondidas.)

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terça-feira, agosto 12, 2014

Dos Porquês e das Dúvidas


Olá bom dia, 
O meu nome é Sissy e sou a menina dos porquês. Gosto de explicações. Gosto de saber o porquê das coisas. Não gosto de meias em nada. Se não gosto de meias de leite, porque é que hei de gostar de meias palavras?! Gosto de entender. Adoro perceber. Tudo tem um motivo. Tudo tem uma explicação. Se não me a queres dar é porque és um idiota. Mas isso infelizmente já não é novidade. 
Tudo tem um porquê. Sabes porquê? Porquê eu quero, porque preciso de saber, porque tu precisas de me contar, porque só assim é que eu vou tirar dúvidas. Só assim eu vou ficar esclarecida. Só assim é que eu posso ter a certeza de que aquilo  que eu penso pode ou não corresponder aquilo que é. Porque os porquês são incertezas. E eu odeio incertezas.

segunda-feira, agosto 11, 2014

Adeus


Não faço a mínima ideia de como tens passado e sinceramente também não quero saber. Todos nós temos bagagem e tu és a minha. Assim uma mala para lá de pesada. Que nem eu às vezes consigo carregar. Mas vou tirando as peças. Assim devagar, vou tirando. Incrível como nós os dois parecíamos conjugar... Através de um bom dia eras capaz de dizer "o que é que tens?!", deves ter sido a segunda pessoa do qual mais falei sobre o tema que mais me magoa: a minha mãe. Ouviste me, chorei e tiveste lá. Não podias também dizer muito, mas ouviste e tentaste perceber. Uma vez atendi o telefonema de um colega meu, tu ouviste a conversa "Tu não gostas mesmo dele... É porque se falasses comigo, como falaste com ele, já não falávamos" e rimos nos. Contigo não conseguia estar mal disposta. Ria-me imenso quando falávamos. Entendiamos mos nos para lá de bem. Parecíamos duas peças de um puzzle. Parecíamos... Porque não somos. Vieram as mentiras. A dor que sentia. O desespero por não te ter. Veio isso tudo. E isso não supera as partes boas. Não porque não quero. Porque não pode. Porque não consigo admitir. Porque não quero. Porque não vou deixar. Porque quando me disseste "não penses, vamos ver no que isto vai dar..." deixei todas as barreiras no chão. Foi como se eu até aquele dia tivesse tido um muro à minha volta... com essa frase tiraste esse muro. Tiraste tudo.
Antes disso criticavas me abertamente sobre eu não falar, que eu não falava, não comentava, não conseguias tirar nada de mim, que eu era orgulhosa. Neste momento sou tudo isso e muito mais. Não falo, posso estar aqui quase a entrar em desespero e tentar saber o que a outra pessoa pensa, mas o orgulho fala mais alto. Quando tento dar baixa do orgulho... Até se me dá a volta ao estômago. Não consigo, tento mas não consigo. Contudo, ambos erramos. Não sou santa, nem o tento ser. Peço te as minhas sinceras desculpas, por tudo onde errei contigo.
Isto tudo para te dizer, que não sou parva, nem idiota. Não me vou fechar, porque aquilo que me fizeste não merece isso. Nem ninguém merece se fechar. Desejo te sinceramente, que sejas muito feliz, mas longe de mim. Que não sou parva o suficiente, para acreditar que não há ninguém melhor que tu. Porque se correu mal tinha que correr. Porque se correu mal é porque não eras para ser tu. Porque me podias completar, mas haverá por aí alguém que certamente me irá completar melhor que tu. 
Porque se eu sempre critiquei aqueles que vivem do passado, porque é que eu tenho que ser uma dessas pessoas?! Não tenho.