sexta-feira, agosto 16, 2013

Textos Perdidos (#08)

Apenas não eras tu. Aquela pessoa que tanto simplificava. Aquela pessoa que era ela. Aquela pessoa que algures gostei, gostei muito e muito me esforço para não dizer que é amor. Aquela pessoa que as palavras tocavam, tocavam em sítios em que mais ninguém alguma vez tocou. Aquela gargalhada que me faz sonhar. Aquela voz. Aquela voz me entra nos ouvidos. Aquela voz que apesar de tudo, ainda hoje me faz sonhar com ela. Aquela perfeição que nós os dois éramos. E era tão simples, tão simples. Mas no final complicaste tudo.

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