quarta-feira, julho 31, 2013

Quando um não quer, dois não dançam!*


Meus amigos,
Não brinquem com o coração das pessoas. Fica mal. É feio. Não é bonito. Chamarem-nos de mentirosas/os de que isto e aquilo, é feio. Só vós fica é mal. Quando não querem meter-se com as pessoas do sexo oposto, com algo mais esclareçam. Comportem-se, tá? Se querem, mesmo só comer e dar uma trancada bem dada, digam-no. Tenham o mínimo de decência, ok? Não custa nada. Pelo menos, no dia em que a pessoa chegar-se e dizer "andaste a brincar comigo" e sempre podem dizer "não, não andei, eu disse que só te queria comer". Não andem com frases bonitas e de amor, não o façam. Não liguem para a outra pessoa. Não façam a pessoa, sentir-se única e especial. Não o façam. Porque quando o começam a fazer é porque têm interesse, e essa pessoa, já não é apenas essa pessoa. É a pessoa que te faz suspirar. Por isso... é sempre mais "fácil fugir, do que lutar".
Depois, não se queixem que grita-mos, que vós chinga-mos e por aí fora. Não se queixem... porque quando um não quer, dois não dançam.
Obrigado.

*Peço desculpa, aos restantes que possam ser eventualmente sérios, aos quais já estou com os dois pés atrás. É que começo-me a aperceber que é um mal comum, demasiado.

segunda-feira, julho 29, 2013

Ainda achava que havia pessoas que valiam a pena


Mas depois apercebi-me que as palavras perderam o significado na boca de muitas pessoas. Também me apercebi que já não se escreve com sinceridade. Que os pequenos gestos são como se fossem uma coisa qualquer. Também cheguei à conclusão que pouca gente vale a pena. Que poucas são as pessoas em quem podemos confiar. Que muito menos são aquelas com quem podemos partilhar as coisas. Que as pessoas tinham determinados comportamentos, baseados nos sentimentos que tinham e não apenas porque se divertem. Pensava que as pessoas eram assim... diziam o que sentiam, tinham determinados comportamentos porque gostavam da outra pessoa como amigo ou como algo mais. Que eram sinceras. Mas essas pessoas não existem, ou pelo menos existem muito poucas.

sábado, julho 27, 2013

A Receita

E nada mais que isso. Nada de interesses. Nada de jogos. A simplicidade no amor vale tudo. Este mundo, o outro e o próximo.
Nada de mentiras, jogos e por ai fora. Simplesmente isto. Porque tudo o que seja mais que isto, não o é.

sexta-feira, julho 26, 2013

Quando se encontra o ou a The One


Isto serve para ambos. Para todos.
"Já ouvi muitas vezes pessoas dizerem que estão muito apaixonadas, que amam muito o namorado/marido, mas pensam com alguma frequência em amores antigos, em como teria sido se. Por experiência própria, quando se encontra o The One não se pensa em ex namorados, em amores antigos, em como teria sido se se tivesse feito aquilo com o namorado x, ou se não se tivesse tomado aquela atitude com o namorado y, aliás, não se pensa em outros homens. Aquele homem faz-nos completamente felizes, preenche-nos de tal forma que não há lugar para outros homens, ainda que apenas em pensamento. E é tão bom sentir isso."

Dos Amigos


Eu podia escrever sobre o estado do tempo, sobre aquilo que me apetecesse. Sobre alegria. Sobre felicidade. Sobre esperança. Sobre esforço. Sobre tudo e nada ao mesmo tempo. Nunca tive um grupo de amigos alargado. Nunca gostei, nunca apreciei, nunca fez o meu género. Gosto daqueles amigos que não têm agenda, daqueles que eu ligo e atendem-me logo, ou respondem à mensagem que acabei de enviar. Gosto daqueles que quando não atendem desligam a chamada e devolvem assim que podem. Gosto daqueles em que posso estar horas ao telefone e no fim "a sério, já passaram 2 horas?", gosto daqueles em que mando sms "hoje à hora do costume, encontramos nos no sítio do costume?". Gosto deles. Adoro-os. Sou apaixonada por eles. Gosto daqueles em que vou às compras "não leves isso, faz-te gorda", "não leves isso que fica-te mal", porque são sinceros. Gosto também daqueles que dizem as coisas sem os mnhmmsss mnhmms que me irritam tanto. Gosto deles e mantenho-os por perto, muito perto. Porque na mesma medida em que estão para mim, eu estou para eles.

quarta-feira, julho 24, 2013

Textos Perdidos (#05)


O cupido deve morrer 
O tipo cá para mim deve andar com a merda das setas avariadas. Não acerta uma. Mas ele anda a gozar com esta merda toda? Ou apenas se diverte a espalhar setas num e esquecer se do outro? É que se assim é, fica quieto! Assim, não magoas ninguém. O pessoal diverte-se, bebe álcool e fica tudo bem! Experimenta uma semana: atiras uma seta em ti e apaixonaste. Nada de mais. Agora imagina, esse amor nada pode ser feito porque o outro idiota decide que não o merece viver, porque é idiota! Ah, acrescenta ai... que se passou algo... qualquer coisa, palavras foram trocadas (e as palavras valem tudo!), pequenos gestos e por ai fora. Mas o tal idiota é idiota! Gostas, não gostas? Claro que não! Por isso resolve te... Ou comeces a acertar o pessoal ou então faz o favor de acertares no título no post! Agradecida! 

(24 de Julho de 2013)

Hold Me Now


Sophie Ellis Bextor 

terça-feira, julho 23, 2013

Me, Myself & I


Nunca tive muito jeito para despedidas e para até jás. Não nasci com esse programa, os culpados disso são os meus pais. Não sei lidar com a saudade. Não sei lidar com a distância e muito menos com a perda.

Acredito que quando se afastam de mim é porque simplesmente já não querem saber de mim, porque isso é o mesmo que eu faço, deixo de falar, deixo de querer saber e digo muitas vezes à pessoa "desculpa, mas já não dás para mim".

Não acredito em amizades programadas, amizades por conveniência, tretas é o que isso é. Os meus amigos devem estar para mim na mesma proporção em que eu estou para eles. Não tenho uma agenda no telemóvel em que me lembre "a x horas, ligar para o Zé Manel". O mesmo Zé Manel, também liga para mim quando quer ou precisa. Peço imensa desculpa, mas sempre fui assim. A culpada de eu ser assim sou eu mesma. Porque quem gosta de mim, tem direito ao céu comigo. Os outros... Olhem, tem aquilo que quiserem. 

Da mesma maneira em que acredito em oportunidades. Acredito por um motivo básico: eu também posso desiludir alguém e não o ter feito com intenção. Posso falhar, posso estar errada, não tenho certezas de tudo, por isso agradeço sempre que me o digam. Mas nunca o façam em tom despropositado, como se fossem os campeões disto tudo, como se tivessem sempre razão. É meio caminho andado para irem para o sitio de onde vieram: bem longe de mim! 

Podem ficar preocupados, quando eu deixar de gritar, de barafustar e de reclamar. Nesse segundo podem se atirar ao chão e dizer "morri para ela". Quando eu deixar de fazer isso tudo, é porque simplesmente já foste. Até lá? Aproveita! É sinal que quero saber de ti, como estas, como não estas, o que te posso fazer para ajudar, uma chamada, um abraço, um sorriso, uma palavra de esperança.
 

segunda-feira, julho 22, 2013

Das Férias rodeada com gente gira

Francesinha daqui
O fantástico segundo crepe daqui

All the things about Love

Essa cena do amor é uma cena muito complicada. Nunca se sabe muito o que é. Diz que a paixão e a tesão dura apenas apenas 5 meses. Que psicologicamente é esse tempo.
Portanto, tudo o que supera esse tempo, tem outro nome? Qual outro nome?! 
A partir desse prazo limite é algo mesmo a serio? 
A partir desse prazo limite deve se arriscar tudo? 
Ou será suficiente espancar o tipo que nos fez apaixonar por ele? 
Ou viver esse amor independente de tudo o que possa existir? 
Ou esquecer que existe, por mais que nos doa? 
E se entretanto existir a ausência? 
Mas existir a possibilidade de perdão? 
Do toque? 
Do conselho? 
Da esperança? 
Diz que o tempo é um bom conselheiro. Nem sei quem foi o otário que o disse. Mas merece ser espancado até me fartar!

segunda-feira, julho 08, 2013

Dos Produtos Habituais

Para o banho os meus fiéis e eternos amigos o exfoliante  e o gel de banho da boticário, que no Verão sabe tão bem. Como toque final o leite para o corpo da Biotherm que dura um dia inteiro. Têm um cheiro fantástico e nada enjoativo.
Viciada na make-up da Calvin Klein, comprada sempre a preços fofos, neste site. Base de make up essencial, onde ainda esta para chegar o dia, onde saio de casa sem estes quatro produtos de maquilhagem. A fantástica base deles, em tom de nuvemzinha branca mal encarada, o eyeliner (porque odeio lápis!), o rimmel e o gloss, onde a cor vai dependendo dos dias e da minha disposição. O desmaquilhante troquei o da La Roche Posay (que já era meu amigo à uns bons anos) por este da Caudalie.

Qualquer dúvida que tenham contactos habituais. :)

Qual é o preço da felicidade?


Diz que tudo tem um preço. Eu acho que não. Que a felicidade não tem um preço. Não se deve manter uma relação, seja de que género for, com o objectivo do que quer que seja. A felicidade eventualmente pode ter um valor, pode. Mas não monetário. O valor do apreço um pelo o outro, o valor da paixão, o valor de chegares a casa e teres uma surpresa porque és tu que mereces, porque és tu que me fazes feliz. Se forem por ai, tem. Tem um valor que não tem preço. Tem um valor onde venha quem vier, ninguém toca, ninguém mexe, porque é aquilo que eu quero para mim. Como alguém já me disse, são duas pessoas, que se transformam numa única. São duas pessoas que existem, onde basta um olhar e está tudo explicado. Onde basta uma palavra numa SMS e sabes como esta essa pessoa. Onde basta seres tu e o outro sabe tudo. Onde basta uma expressão, um sorriso, um gesto, um carinho, um mimo, um beijo, um toque. Onde estás tu num canto na sala e olhas e sabes o que essa pessoa está a pensar, o que sente, o que quer. E isso, não tem um preço. Alias, o preço da indiferença é mesmo não ter nada disto. Por isso, a felicidade não tem um preço, a indiferença tem.

sexta-feira, julho 05, 2013

Lembrem-se disto....

O facto de me verem a rir, a sorrir, a contar piadas e a ouvirem-me a dizer coisas giras, bonitas e talvez poéticas, não significa que esteja bem. Significa apenas que é essa a imagem que quero que fiquem de mim. 

O Medo De Amar



"Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê. 
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. 
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fractura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo."

Texto de Martha Medeiros,
tirado daqui

quarta-feira, julho 03, 2013

A Saudade (#02)


A saudade mata e destrói.
A saudade nem sempre é concisa.
A saudade faz andar triste.
A saudade faz chorar e doer a alma.
A saudade faz repensar.
A saudade faz tomar atitudes que noutras alturas não as tomarias.
A saudade faz querer intensamente.
A saudade é desesperante.
A saudade faz perder o ar.
A saudade faz querer, querer muito.
A saudade... É isso mesmo saudade.

Do Desgoverno


Um dia também quero ser assim. Acreditar que basta mudar de governo e que tudooo vai ficar melhor. A crise vai acabar, o meu ordenado vai ser aumentado para o dobro (já agora para o triplo!!!), que vou comprar um carro novo, que se me fartar deste trabalho vou arranjar logo outro trabalho (alias logo no próprio dia), que vou comprar uma casa nova e que vou fazer férias, sem me preocupar com o dinheiro, todos os anos!
O Pedrocas e o Paulinho fazem me lembrar os meninos da escola "agora não me fazes às vontades, vou fazer birra!". Olha para mim a imaginar o Paulinho virado para a parede de braços cruzados, sentado numa cadeira a fazer birra, com direito a beicinho e tudo, todo sujinho do leite com chocolate.
Um dia quero ser assim, acreditar que basta mudar quem está à frente e que fica tudo melhor. Um dia quero ser assim, acreditar que a incompetência de uns é a solução para todos nós. Um dia quero mesmo ser assim, viver na ilusão de que tudooo vai melhorar.

terça-feira, julho 02, 2013

Não, Simplesmente Não


Hoje é simplesmente isto:

Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. 
Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração. 
Não me façam ser quem não sou. 
Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. 
Não sei amar pela metade. 
Não sei viver de mentira. 
Não sei voar de pés no chão. 
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre. 
Clarice Lispector

Coisas da Blogosfera


No dia em que eu conseguir comprar algo de que gosto na Primark, H&M e/ou Blanco, passo a ser uma fashion blogger. Até lá não o posso ser. Diz que parece que é requisito para o ser.

Até esse dia continuo a ir à Salsa, à Zara e à Mango.

Nota Futura:

Quando tiveres com uma crise de sinusite, que nem o raio dos comprimidos e a água do mar ajuda a estabilizar, e a acompanhar uma crise de espirros, nunca, mas nunca voltes a pôr rimmel. Obrigado.

segunda-feira, julho 01, 2013

A Saudade

Dizem que a saudade é uma coisa má. Mentira. A saudade não é má, é péssima, faz doer e tira o sono, tira a alma, faz questionar tudo e nada. A saudade faz recordar bons momentos e questionar o porque da sua existência. A saudade é uma merda. É querer tratar das coisas para que tudo fique bem e não saber muito bem por onde começar. A saudade muitas vezes trás lágrimas, lágrimas por não saberes muito bem o que podes ou deves fazer.