sexta-feira, maio 17, 2013

Não custa nada!


Ao longo dos anos vamos aprendendo o que é bom e o que é mau, o que é certo e errado, o que é justo e injusto. O facto de acreditarmos que temos ideais vincados, não nos dá o direito de forçar as outras pessoas a acreditar naquilo que nos acreditamos. Caímos no ridículo de obrigar as outras pessoas a serem iguais a nós. Agora a sério, expliquem-me como se eu fosse muito burrinha, qual é a piada disto? De toda a gente ser igual a nós? Mas expliquem assim muito devagarinho, com desenho e tudo, porque só assim é que eu vou lá chegar. Posso ter muitos defeitos e sei que os tenho e reconheço. A diferença neste discurso é que admito opiniões contrárias, desde que me respeitem, e que admito pessoas que não pensam igual a mim. Admito pessoas que não tem nada a ver comigo. É possível ser madrinha de uma menina, cuja a mãe é testemunha de Jeová praticamente, e eu sou católica praticante. É. É simplesmente, com bom senso e boa educação. Sim, eu percebo, o vosso ponto de vista é assim uma coisa muita estranha, não é? Poucos conseguem ter bom senso, é verdade. Não se compra, nem se vende. Mas olhem eu tenho e é o que se têm. Respeitar a opinião dos outros e aceitar que nem sempre estamos certos, que pode haver uma série de factores que condicionam o resultado final é uma coisa muitoooo difícil de admitir. Sissy, percebe. Mas agora a sério, só custa a primeira vez (é como tudo na vida!).

1 comentário:

  1. Eu sou 'madrinha' de baptismo e de casamento do meu melhor amigo, que -por amor- se converteu à religião evangélica.

    Eu tive uma educação católica, tal como ele. Presentemente, eu sou agnóstica (quase ateia), temos pontos de vista oposto em matéria de religião, mas a amizade é superior a tudo!

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escreve... vá lá... não custa nada... ;)