sexta-feira, julho 06, 2012

Alguém que me explique...


Tantos comentários me surgem, que vocês nem imaginam. Eu, quando esta história toda começou, sabia que as coisas iam ficar um bocadinho más, mas assim? Juro, que nunca imaginei. Dizem que a natalidade baixou. Então mas queriam que o pessoal andasse aí a comer-se uns aos outros, para trazerem crianças ao mundo, para passarem fome? Era isso? Que é que estavam à espera? Que o pessoal fosse de férias, fosse jantar com a família? Era isso? Eu só ouço cortar, cortar e cortar. Só ouço pessoas que não têm trabalho, que estão a passar dificuldades, que querem pagar as despesas e não há dinheiro. Só ouço isso. Sempre pensei (como boa optimista que sou, mas isso também está a acabar...) que as pessoas tivessem direito ao trabalho (assim como também têm o dever de o procurar). As pessoas tivessem direito à família, ao bem-estar. Mas não. Parece que não. Mas sim, vocês pensam que não, mas eu (e mais quantos?!) tenho a solução para eles: comecem a cortar nos vossos ordenados, nos vossos jantares caros, nos vossos carros novinhos, nas vossas férias com tudo de bom. Fácil. Também não gostam? Temos pena. Começamos por quem nos colocou nesta situação.

Dos subsídios de férias, nem vou falar, porque não vale muito a pena. Já estava à espera. Triste, mas verdade.

Por isso, alguém que me explique, será que o problema sou mesmo eu, ou é mesmo desta gente que não chega lá?

5 comentários:

  1. E sabes o que nao entendo? e' o porque de cortar nos privados, e quem e' que ganha com isso? os Belmiros de azevedos, os Amorins, os Jeronimos Martins e por ai fora, os que mandam no pais, porque o povo fica sem ele e o governo tambem porque nao recebe os descontos
    emfim...
    bjo bom fds

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  2. É desta gente que não chega lá. Também acho que é preciso atingir quem está em cima. Não é só o de baixo.
    Pois esses que nos governam, não abdicam de nada, não têm necessidade de fazer contas para ver se conseguem dar de comer aos filhos, ou se lhes podem comprar as botas que eles tanto precisam.
    Não precisam, como eu, pensar se dá para casar, ter casa e ter filhos, porque somos 2, apenas com um salário que não é grande coisa.
    Enquanto quem estiver lá em cima não perceber estas pequenas coisas vai ser difícil, a eles não lhes custa, só a nós.

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  3. Se soubesse explicar, até o fazia. Mas tenho a mesma dúvida.
    Bjs

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  4. Existem muitas dificuldades neste país, mas também prioridades trocadas.

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  5. não podia concordar mais até porque têm de ser eles a dar o exemplo e começar por cortar nos carros, motoristas, viagens..

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escreve... vá lá... não custa nada... ;)